O Dinossauro dentuço que comia cenouras

O Dinossauro dentuço que comia cenouras

Julio Emilio Braz

Sinopse:
Era uma vez um dinossauro que gostava de aprender, descobrir, partilhar... E também de comer cenouras. Sua enorme curiosidade e o fato de gostar de cenouras o tornavam diferente dos demais dinossauros, atrapalhando a sua convivência. A família reclamava, os amigos se irritavam com tanta pergunta. Para ser aceito, ele decidiu mudar. Deixou de comer cenouras, de perguntar, de falar sobre estrelas e até mesmo de pensar. Conquistou muitos amigos, mas não se tornou mais feliz. Um dia ele se olhou no espelho e viu alguém que não reconheceu. Como voltar a ser do jeitinho exato que era e que gostava de ser?

  • R$29,50

  • ISBN: 9788572171700
  • Formato: 25 x 21 cm
  • Páginas: 28
  • Selo DeLeitura
  • Disponibilidade: Em estoque
  • Autor: Julio Emilio Braz

Julio Emilio BrazConsiderado um autodidata , adquiriu o hábito de leitura aos seis anos. Iniciou sua carreira como escritor de roteiros para histórias em quadrinhos publicadas no Brasil e no exterior. Em 1989 , recebeu o Prêmio Jabuti de autor revelação, por seu primeiro livro infantojuvenil, “Saguairu “ . Roteirista para programas e novelas na televisão , ganhou dois prêmios internacionais (na Áustria e na Suiça) pela versão traduzida do seu “ Crianças na Escuridão”.

"Era uma vez um dinossauro que gostava de aprender, descobrir, partilhar... E também de comer cenouras. Sua enorme curiosidade e o fato de gostar de cenouras o tornavam   diferente dos demais dinossauros, atrapalhando a sua convivência. A família reclamava, os amigos se irritavam com tanta pergunta. Para ser aceito, ele decidiu mudar. Deixou de comer cenouras, de perguntar, de falar sobre estrelas e até mesmo de pensar. Conquistou muitos amigos, mas não se tornou mais feliz. Um dia ele se olhou no espelho e viu alguém que não  reconheceu. Como voltar a ser do jeitinho exato que era e que gostava de ser? Com leveza e humor, o autor aborda temas como identidade, respeito, aceitação de si e do outro, valorizando o saber e as diferenças . Afinal, “quando todo mundo pensa igual, na verdade ninguém está pensando”."

Escreva um comentário

Nota: HTML não suportado.
    Ruim           Bom
Imagem antispam